A Última Carta de Amor, de Jojo Moyes

| 6 de setembro de 2016 | 0 Comentários

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Ano: 2016 / Páginas: 384

 Editora: Intrínseca

 

 

 

O que você seria capaz de fazer por amor?

Por quanto tempo você seria capaz de esperar por ele(a)?

O que você estaria disposto em abrir mão por esse amor? Pela promessa longe de felicidade?

Como você sabe que é a pessoa certa?

 

Que história linda, para a época e até hoje mesmo creio que muitos achem que não devido ao fato de Jennifer ser uma mulher casada…mais ai é que está a questão, não mandamos nos nossos corações, não temos como simplesmente saber, qual é a pessoa certa principalmente se tratando dos anos 60 cuja a sociedade era extremamente machista, a mulher não tinha ainda a voz, a autonomia, a independência que tem hoje, o divórcio não era ainda uma coisa aceitável, uma mulher desquitada não era bem vista, nem seus filhos, nem a sua família na alta sociedade, casamentos eram feitos por interesse, se mantinham por interesse também fosse por diversos motivos, filhos, status, conforto.

Mais será que isso é felicidade? Vale a pena sacrificar a sua vida, se anular, se apagar por conta de uma vida de princesa? Jennifer chegara a conclusão que não. Jennifer foi uma das pouquíssimas privilegiadas da época e de hoje também, ela conheceu o verdadeiro amor, puro, intenso, amigo, parceiro, maestral.

Ela teve o privilégio de saber o que é se sentir amada com toda a intensidade que um pode ter e depois que se encontra isso, não se conseguir mais seguir adiante, não se consegue perder seria irreparável, o fato é que a perda de algo assim nos destrói por dentro e por fora, perdemos o viço, o brilho, a alegria de viver, viramos meramente nada mais, nada menos do que simples marionetes, vegetais, vagando na sociedade.

Diz um ditado popular: “Que tudo é como deve ser”, “o que é do homem o bicho não come”.

Concordo com o segundo, o primeiro me soa um pouco de comodismo…você vai ver nesse livro que nem tudo é como deve ser e não há mentira que nunca se descubra um dia, aprendi nesse livro no quanto os acasos e acasos, encontros e desencontros, o destino, o tempo podem nos ser cruéis e que apesar de todas as dificuldades, de todo sofrimento a esperança sem dúvida é a última que morre, ou melhor dizendo, nunca morre, que não podemos hesitar demais, esperar demais, não podemos deixar para amanhã aquilo que podemos fazer hoje.

Como a descoberta dessas cartas ajudou Ellie Hayworth a crescer, evoluir e conhecer mesmo que sendo como mera expectadora o amor de verdade.

Fico a me perguntar:

Será que ainda existe amor assim? Se a reposta for positiva, adoraria conhece-lo, na verdade já o conheço, porém como mera expectadora.

 

 

Dica: se você já viu, ou conhece algum senhor(a) aparentemente amargos, sofridos e as vezes ríspidos e solitários, tenha paciência, compreenda-os ou pelo menos tente…afinal, não sabemos dos dessabores individuais dos seres humanos.

 

 

Sinopse:

Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. De volta a casa com o marido, ela tenta, em vão, recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento, como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante.

Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Hayworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado, Ellie começa a procurar por “B”, e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas do próprio relacionamento.

Sobre a autora:

O primeiro livro de Jojo Moyes publicado pela Intrínseca, relançado com nova capa.

Jojo Moyes nasceu em 1969 e cresceu em Londres, no Reino Unido. Estudou jornalismo e foi correspondente do jornal The Independent até 2002, quando publicou o seu primeiro romance, Sheltering Rain, foi então que resolveu dedicar

Lindaiá Campos

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