Ligeiramente perigosos [Os Bedwyns #6], de Mary Balogh

| 18 de março de 2017 | 0 Comentários

“No início era apenas antipatia, mas logo eles foram dominados por uma impetuosa paixão” 

Dizem que os opostos se atraem, será que isso acontecem mesmo com seres humanos?

A autora Mary Balogh fecha com chave de ouro essa série, agora no sexto e último livro da família Bedwyn, iremos conhecer um pouco mais da personalidade do mais velho dos 6 irmãos, o único que permaneceu solteiro, onde nem os próprios irmão acreditavam se ele chegaria a se casar algum dia.

Wulfric Bedwyn, conhecido como o duque de Bewcastle, é protagonista da vez, descrito como um homem alto com olhos prateados e cabelos escuros, cuja a sua figura se assemelha como um homem muito sério, ou seja, um entediado aristocrata frio, onde até o seu próprio nome significa lobo, um belo sinônimo para perigoso, seu poder era tanto que nunca precisava discutir com ninguém, bastava um arquear de sobrancelha ou levantar um dedo e tudo era entendido com ordem, assim aos 35 anos é um dos homens mais ricos e poderosos de toda Inglaterra, em meados do século XVIII.

Cristine Derrick, uma jovem viúva de quase 30 anos, trabalha de professora uma escola do povoado, onde morava e era feliz com sua vida simples, transbordava alegria por onde passava, mas também, parecia que toda a sua espontaneidade só servia para que ela fosse um imã para os desastres e de todas as formas possíveis. Um dia foi convidada em última hora, para passar as festividades em uma propriedade vizinha, por duas semanas, e apesar de não querer ir, foi quase arrastada para lá, o pior era que ela realmente não queria participar por vários motivos. não tinha roupas novas para usar em a meio tantos ricos e também detestava o povo e a vida aristocrata, no qual já viveu  essa experiência no passado e não foi nada boa por sinal, quando vivia com seu finado marido.

O duque de Bewcastle nunca gostou dos eventos da sociedade, só participava quando necessário, porém, sem saber bem o porquê, aceitou o convite de um amigo, para passar duas semanas na propriedade do campo na família do mesmo. E que Deus o ajudasse nessa estadia, pois não houve mais forma de como se desculpar para não ir.

Par o duque de Bewcastle tortura pior não poderia haver, já no início desses dias foi apresentado a tantas pessoas, e pior ainda  foi apresentado a várias jovens, que o perseguia para conversar ou paquerar com ele o tempo todo, porém, percebeu que apenas uma mulher (Cristine) não o procurou, ele a encarou, ela por sua vez fez o mesmo e demostrando não ter medo e nem interesse por ele como os demais faziam, de fato, uma das primeiras coisas que fez foi rir dele na cara dele, e aparentemente sem motivo algum.

Boa coisa certamente não pode sai disso, e entre conversas e discussões, coisa que ele nunca fazia até conhecer ela, começaram a se apaixonar, mas o que fazer se ela é totalmente inadequada para ser uma duquesa e ele é o homem mais frio do mundo, cuja sua pessoa nunca sorrir.

Realmente, esse é um livro maravilhoso, uma leitura fluida, uma história muito engraçada com inúmeras improbabilidades tanto como confusões, vale a pena ler e conferir os acontecimentos que surgem ao longo desse romance.

Resenha escrita por Florisbela Oliveira.
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Florisbela

Sou uma leitora compulsiva, e a qualquer folguinha já estou lendo alguma coisa, graduada em Pedagogia pela Uespi, com Licenciatura em Letras Português, Especialização em Estudos Linguístico e Literários, com adoração com o mundo das linguagens intencionando aumentar o conhecimento em literatura, hoje leio diariamente concebendo novas criatividades pelos diversos autores e suas produções escritas.

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