O Código da Inteligência, de Augusto Cury

| 18 de novembro de 2016 | 0 Comentários

Capa do Livro O código da Inteligência

Neste livro, o Dr. Augusto Cury descreve de maneira instigante os códigos da inteligência. Esses códigos são capazes de estimular tanto jovens como adultos a libertar a criatividade, expandir a arte de pensar, desenvolver saúde psíquica e a excelência profissional. O autor também descreve as armadilhas da mente em que facilmente caímos e que podem bloquear a inteligência. Sabemos muito pouco sobre o que é a inteligência, como lapidá-la, expandi-la e irrigá-la. Com a leitura de O código da inteligência, nossos olhos serão abertos para uma abordagem inovadora sobre a inteligência. Alunos, profissionais, pais, professores e médicos ficarão surpresos com esta fascinante obra do Dr. Cury. As cortinas do teatro psíquico se abrirão.

Ao olhar para a capa de “ O código da inteligência” de Augusto Cury, provavelmente você pensaria que é mais um desses livros de autoajuda que tenta encaixar as pessoas em um padrão, um livro cheio de frases no imperativo dizendo “faça isso e seja feliz”. Entretanto, apesar da impressão inicial é um livro surpreendente.

O autor não apenas expõe os códigos da inteligência, mas tem em seus parágrafos uma crítica latente a sociedade capitalista e consumista, que está criando pessoas ansiosas, com síndromes como a do pensamento acelerado (SPA), depressão, vícios e tantos outros problemas que acometem nosso meio social.

Cury argumenta que a sociedade está voltada para a razão, criando indivíduos que são incapazes de ter empatia, amor e muito menos autocontrole. Nas próprias palavras do autor “[…] não apenas a irritabilidade, o egoísmo e a arrogância são frutos ilógicos da emoção, mas também o amor, a compaixão, a solidariedade e o perdão”.

Os oito códigos da inteligência, não servem unicamente para organizar a vida pessoal ou obter sucesso profissional, eles tem por objetivo reeditar as zonas de conflito da mente humana, treinar de modo continuo a reflexão sobre si mesmo, seus próprios valores e emoções.

O que o autor sugere, é ter um aparato ideológico que permita a cada um ser o protagonista de sua própria vida, ser autocritico, ou seja, pensar nas consequências de seus atos, avaliar o âmbito em que o individuo esta inserido e tirar suas próprias conclusões. Assim como ter resiliência aos momentos difíceis. Augusto Cury expõe os arrogantes, que se afirmam com ênfase para esconder sua vulnerabilidade, explora a mente de um suicida e fala como a nossa sociedade está doente e disseminando psicopatia.

O psiquiatra adentra o âmbito escolar, criticando as salas de aula mortas de debates e idéias, explora o fato de que a escola que em tese deveria ser fonte de inspiração e respeito, torna-se um meio de repressão e traumas que se arrastam até a vida adulta. Ele fala sobre o carisma e o modo como lideres tiranos como Hitler e Stalin conseguiram chegar ao poder e dominar tantos outros, promovendo atos terríveis e assustadores.

Neste livro, Cury defende a tese de que inteligência não é apenas um amontoado de informações em nossa mente, que há muito mais e que pessoas completamente racionais estão aptas para conviver com maquinas e não com seres humanos, que são falhos e imperfeitos.

De modo geral, ele reforça que devemos pensar antes de agir, não nos levar por instinto ou o calor do momento, assim como, seguir adiante com comportamentos destrutivos, que ele classificou nas armadilhas da mente, sendo elas: Conformismo, coitadismo, o medo de reconhecer erros e de correr riscos.

Em síntese, o autor diz que quanto mais uma pessoa decifrar esses códigos, mais se humanizará e se afastara da própria noção de deus rígido e autossuficiente.

VEJA TAMBÉM

P.S. Eu te Amo, de Cecelia Ahern Ps. Eu te amo, é um romance escrito pela escritora Cecelia Ahern, narra a história de Holly Kennedy que acaba de ficar viúva. Holly está tentando superar o drama que sua vida perfeita de casada se transformou, após a morte prematura de seu marido Gerry devido a um tumor no cérebro. Ela se sente so...
Lembra de Mim?, de Sophie Kinsella Lexi tem 25 anos, em 2004, em um emprego horrível, dentes tortos e um namoro desastroso. Sua única esperança são as amigas. Ela acorda em 2007 após um acidente de carro em um hospital sem saber o que aconteceu nos 3 últimos anos, com 28 anos , chefe de seu departamento, sorriso perfeito e é casada ...
The following two tabs change content below.
Meus dois interesses principais: Livros e Música. Não tenho nenhum escritor favorito; Amo escrever. Prazer, esta sou eu.

Quer receber nossas atualizações por e-mail?

Nós podemos ajudá-lo a escolher sua próxima leitura.

Categoria: +Autor, Autoajuda

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *