O Príncipe, de Kiera Cass

| 11 de julho de 2016 | 0 Comentários

   **** (4/5)

          O Príncipe com certeza foi um dos contos mais interessantes do livro Felizes Para Sempre, Maxon é um dos personagens mais engraçados – e atrapalhados – que eu encontrei em toda a história. Sempre um cavalheiro de bom humor acabou conquistando todas as selecionas com um simples “Como vai, querida?” exeto claro, America.

        Na primeira noite das selecionadas no castelo Maxon pôde contestar que a seleção não seria tão simples como seu pai havia falado. Uma garota ruiva e sem papas na língua roubou seu coração na primeira noite, mas nem tudo estava perdido, quem sabe aquela garota que o afrontara na primeira noite não seja exatamente de quem ele precisa para tirar toda essa seriedade..?

Mais que somente uma narração de Maxon, o livro conta a primeira garota a de fato se declarar para ele.

Antes de Maxon

conhecer a garota de seus sonhos…

Ele era o cara dos sonhos

de outra menina.”

A princesa francesa Daphne sempre caiu de amores pelo príncipe, mas só fora se declarar depois que os preparativos para a seleção haviam começado, significando que aquele amor nunca poderia ser real.

E embora ela o amasse tanto esse sentimento não era correspondido, Maxon nunca a vira como uma possível opção, na verdade isso nem mesmo passava por sua cabeça. Daphne era sua melhor amiga e achava que os sentimentos dela também paravam naquele patamar. Mas estava enganado…

O conto é realmente interessante, o ponto de vista de Maxon deu um charme especial a toda a trama. Pude ver que Kiera teve muita facilidade em encontrar a história de Maxon pelo simples fato de ele ser um homem de fácil compreensão.

Sempre foi muito simples perceber o quanto Maxon amava America, ou como ele desmonstrava confuso com as outras selecionadas, sempre fora um cara timido e reservado o que o deixou muito assustado com a perspectiva de ter trinta e cinco garotas dentro de sua casa.

Ainda sim acho que Kiera poderia ter ido um pouco mais adiante com essa história de narração alternativa e mostrado pelo menos até o primeiro beijo do casal. Muitas partes deveriam ter sido mais claras nos três livros principais, como o fato de Daphne ainda ser amargurada pela rejeição do príncipe, ou o fato de ele sempre estar com uma piada na ponta da língua mesmo que a situação seja triste.

O livro dele não poderia ser diferente, a escritora pegou a melhor lado de Maxon, a preocupação excessiva. A leitura continua viciante, uma característica da autora.

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Emilly Raiza

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