Príncipe Mecânico [As Peças Infernais #2], de Cassandra Clare

| 22 de junho de 2017 | 0 Comentários

Autor: Cassandra Clare

Editora: Editora Galera Record

Páginas: 406

Capítulos: Prólogo e 21 capítulos

Sinopse: Tessa Gray não está sonhando. Nada do que aconteceu desde que saiu de Nova York para Londres – ser sequestrada pelas Irmãs Sombrias, perseguida por um exército mecânico, ser traída pelo próprio irmão e se apaixonar pela pessoa errada – foi fruto de sua imaginação. Mas talvez Tessa Gray, como ela mesma se reconhece, nem sequer exista. O Magistrado garante que ela não passa de uma invenção. Para entender o próprio passado e ter alguma chance de projetar seu futuro, primeiro Tessa precisa entender quem criou Axel Mortmain, também conhecido como Príncipe Mecânico.

O que eu achei do livro:

Desesperador! Acho que nunca senti nada do tipo, não foi como adagas no coração e sim como se alguém me salvasse de um despenhadeiro e depois me jogasse de novo.

Sinto que este livro foi melhor que o anterior e posso apontar muitas coisas para representar minha opinião:

1 – Passado e família do Will: Podemos dizer que no livro anterior soubemos muita coisa sobre Will, o como podemos ver – Ou ler – Um completo mistério, mas o que tinha por trás de tudo foi um choque! Cassandra caprichou no Will e em seu passado condenatório, nunca pensei que haveria motivos e amor por trás de toda aquela carcaça de ignorância e sarcasmo.

2 – Envolvimento da Tessa com o Will: Isso já era de se esperar, pois como eu disse no livro anterior [Anjo mecânico] amo os dois juntos [Embora a verdade sobre o passado do Will só seja descoberta no meio desse livro e seja bem impactante] só posso dizer que ele são o OTP mais perfeito daquele livro – Embora eu me desmanche toda vez que ele aparece – Com o Jem e conforto com Will e aventura.

3 – Envolvimento da Tessa com o Jem: Cassandra Clare, como mencionei anteriormente, inventou e forçou o triângulo amoroso sendo um dos clichês mais chatos da America – Mesmo que tudo se passe em Londres na Europa, então vale -, mas nunca pensei que ela iria tão longe fazendo o Jem, como disse o Will nesse livro “Jem. Meu Jem?” e “Você… e Jem?” podemos dizer que esse Jem é alguém inacreditável! Quando ele começou a se envolver com a Tessa e se mostrou tão doce, tão sensível, tão… De porcelana. Eu posso amar do fundo do meu coração o Jem. Ele fez coisas tão boas gentis, fofas, atenciosas [Meu adjetivos acabaram, mas tem mais coisas] que EU namoraria ele. Ele a trata como uma deusa [Que mulher não que ser tratada assim?] Mas não apoio e nem apoiaria uma relação dos dois. Para a escolha da Tessa sou #TeamWill com todo meu coração.

4 – Jessamine se revela: Nunca gostei dela. Se você gostou deixe de ser tolo e acorde pra vida. Ela é… Tá, ela representa coisas boas em certos aspectos, mas algumas delas foram imperdoáveis. Quem não gostava dela – Ou odiava como eu – vai se sentir vingado e feliz e depois se sentir mal. Ela fez uma coisa terrível… Imperdoável… De partir o coração, mas se mostrou muito tola de uma forma que deu dó dela no final. Agora só podemos aguardar o final no próximo livro – Que consequentemente é o fim da trilogia.

5 – Will e a varíola demoníaca [Pode haver spoilers]: Eu não acredito que o Will tinha razão e a bendita da varíola demoníaca existe! Eu nunca pensei que de tudo que poderia acontecer no mundo dos Caçadores de Sombras poderia existir varíola demoníaca. Posso dizer que essa foi, sem nenhuma ponta de dúvida a melhor cena do livro! Gente chorando para lá, gente paralisada pra cá e o Will… Rodopiando pra lá e pra cá! Ele estava tão feliz em estar certo que compôs até uma música um poema:

 

“Varíola demoníaca, oh, varíola demoníaca,

Como é que se contrai?

Indo a zona podre da cidade

Até não poder mais.

Varíola demoníaca, oh, varíola demoníaca,

Eu tive o tempo todo…

Não a doença, amigo bobão,

Estou falando da canção

Pois vocês estavam errados e eu com a razão!”

Posso dizer que foi uma música fascinante e muito engraçada. Com toda certeza não houve poema mais incrível que esse! Saudações de todos os mundanos e Caçadores de Sombras a esse poema que dá orgulho.

6 – A história em si: Deferente do livro anterior, esse livro foi mais completo – Embora eu sinta falta de Mortimam, o mão da morte – senti só a mesma falta de cenário, o que faz muita falta, mas ainda consegui curtir esse.

7 – Beijos: Sério Cassandra? Que beijos foram aqueles, narrados com tanta intensidade que você poderia se sentir que quem era beijado foi você. Posso dizer que nunca senti algo parecido, mas cada um dos beijos foram intensos, memoráveis, suspirantes. Tessa é uma sortuda por todos aqueles beijos, posso dizer que você também vai querer beijá-los.

8 – Música do Terror (Com letra maiúscula mesmo): Não sei ao certo de onde veio cada canção, mas sim, são terroristas. Nunca vi um personagem do livro tão vitimado por essa músicas que só apareceram agora por causa de acontecimentos anteriores modificados, mas tenha uma provinha sem spoiler das musicazinhas que podem nos aterrorizar por dias de tão profundas e cruéis de doer os ouvidos:

Preciso estar presa enquanto solto estás

Preciso amar um homem que não me amará

Preciso suportar viver na solidão

De amar um homem que partirá meu coração?

Bridget foi cruel e perfeita entoando as músicas nos momentos certos. Acho que acho esse livro o melhor da trilogia por que pareceu um filme com uma trilha sonora.

Esse livro foi impactante. Vi um lado do Will que poderia desfazer o coração de alguém. Vi um Jem que tem ações loucamente apaixonadas. Uma Jessie que faz tudo por amor. Descobri que os Lightverme Lightwood podem ter honra. Esqueça as primeiras impressões. Só leia.

Pontuação: 6/5

Cassandra Clare nasceu em uma família americana no Teerã, Irã e passou grande parte de sua infância viajando pelo mundo com sua família, incluindo uma caminhada pelo Himalaia quando criança, que foi quando ela passou um mês vivendo na mochila de seu pai. Antes dos seus dez anos de idade ela morou na França, Inglaterra e Suíça. O fato de que sua família se mudava muito, ela encontrou familiaridade nos livros e estava sempre com um livro debaixo do braço. Ela passou seus anos de escola em Los Angeles, onde ela costumava escrever histórias para divertir seus colegas, incluindo um romance épico chamado “The Beautiful Cassandra”, baseado na homônima história de Jane Austen.

Após a faculdade, Cassie viveu em Los Angeles e Nova York, onde trabalhou em várias revistas de entretenimento e até mesmo em alguns tablóides bastante suspeitos, onde ela relatou sobre a viagem ao mundo de Brad e Angelina e as avarias do guarda-roupa de Britney Spears. Ela começou a trabalhar no seu romance YA, Cidade dos Ossos, em 2004, inspirada na paisagem urbana de Manhattan, sua cidade favorita. Ela dedicou-se em tempo integral em sua ficção fantasia.

A primeira venda profissional de Cassie foi um conto chamado “The Girl’s Guide to Defeating the Dark Lord”, em uma antologia Baen de fantasia humor. Cassie odeia trabalhar em casa sozinha, porque ela sempre se distrai por reality shows e as travessuras dos seus dois gatos, por isso ela geralmente se propõe a escrever em cafés e restaurantes locais. Ela gosta de trabalhar na companhia de seus amigos, que vêem que ela adere a seus prazos.

Atualmente, reside em uma antiga casa vitoriana em Nova Iorque com seu noivo, seus gatos, e lotes e lotes de livros. A trilogia The Mortal Instruments tem sido citada em muitas listas de Best-Sellers.

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Emily Damascena

sou viciada em ler e amo fazer trabalhos sobre o que li. gosto de teatro, musica e livros de ficção, vivi lendo livros desde pequena, pois minha mãe não queria contar as mesmas historias todos os dias, então ela me ensinou a ler e me apaixonei ate os dias de hoje. (caso se goste ou não da resenha comente, de a sua opinião,pois e importante para mim) ps.leia também minhas outras resenhas, tenho certeza que você vai gostar, comente, livro que mudou minha vida: As Vantagens de ser invisível( leia também).

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Tags:

Categoria: Adolescente, Cassandra Clare, Drama, Literatura Clássica, Literatura Fantástica, Romance

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